Instagram Lote 1 Para aprovação

Roteiros de vídeo pro seu Instagram: Lote 1 (pra você aprovar)

Seis roteiros pra você gravar. É só ler, aprovar o que gostou e me dizer o que quer mudar.

Alessandra, esses são os 6 primeiros roteiros de vídeo pra você gravar e a gente anunciar no seu Instagram. A ideia que combinamos: começar construindo a sua autoridade na rede. Você aparecendo e explicando direito de um jeito simples, pra quem está com um problema te procurar no direct ou no WhatsApp.

Como funciona cada vídeo

É você mesma, falando na câmera do celular, com o vídeo em pé (o formato dos Reels e Stories), de 30 a 45 segundos. Um vídeo para cada tema. Você fala com as suas palavras: o roteiro é um guia, não precisa decorar nem ler igualzinho.

A sua parte agora

O que eu preciso de você agora, pra aprovar

  1. Ler os 6 roteiros abaixo com calma.
  2. Me dizer o que aprova e o que quer mudar. Pode ser o tema, o jeito de falar, ou algum ponto jurídico que você ajustaria.
  3. Depois que você aprovar, a gente marca a gravação (eu te passo a ordem e te oriento na hora).

Se qualquer frase soar estranha na sua voz, me avisa que a gente acerta antes de gravar. Nada aqui vai ao ar sem o seu sim.

Sobre a OAB (Provimento 205)

Você conhece essa regra melhor do que eu, então deixei tudo dentro dela. Nenhum roteiro promete resultado, não aparece valor de honorário nem de consulta, e o caso real entra só como exemplo de que o direito existe, nunca como vitrine de vitória. No fim de cada roteiro tem uma linha resumindo o que pode e o que não pode naquele tema, pra você conferir.

Como ler cada roteiro

O que significa cada parte, pra facilitar a leitura no celular.

Primeira frase (os 3 primeiros segundos)
É o que segura a pessoa pra ela não passar o vídeo direto. A parte mais importante.
O que você fala
O texto guia, dividido em trechos com o tempo aproximado de cada um.
Como gravar
Dicas de enquadramento, ritmo e o que aparece escrito na tela.
Texto do post
O que vai escrito junto do vídeo (a legenda), já pronto pra usar.
3 formas de começar
Três aberturas diferentes pro mesmo vídeo, pra gente testar qual chama mais atenção.
O que pode e o que não pode (OAB)
O limite do Provimento 205 naquele tema, pra deixar registrado que está tudo certo.

Os seis roteiros

Toque no que quiser abrir primeiro.

1

"Eu quase caí"

TemaGolpe do PIX / falsa central de atendimento
Base jurídicaSúmula 479 do STJ (o banco responde pela fraude que passa pelo sistema dele: dever de segurança)
Primeira frase · 0–3s

"Semana passada eu quase caí num golpe. E olha que eu lido com isso o dia todo."

O que você fala

0:00–0:04Abertura

Semana passada eu quase caí num golpe. E olha que eu lido com isso o dia inteiro.

0:04–0:18A situação

Ligaram dizendo que eram do banco, criaram aquela urgência: "sua conta foi invadida, faz um PIX agora pra proteger o seu dinheiro". Quem cai nisso não tem nada de burro, viu? É um golpe montado justamente pra te pegar no susto, na emoção. Se pegou em mim, que trabalho com isso, imagina.

0:18–0:32O direito traduzido

E tem uma coisa que o público leigo quase nunca sabe: quando a fraude passa por dentro do sistema do banco, o banco tem um dever de segurança ali. O STJ trata disso numa súmula, a 479. Ou seja, a conversa não morre no "aconteceu, paciência".

0:32–0:42Convite pra te chamar

Se isso aconteceu com você, com seu pai, com sua mãe... não fica no silêncio por vergonha. Me chama no direct que a gente olha o seu caso com calma.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio (cintura pra cima), sentada ou em pé, olhando na câmera. Cenário: seu escritório real ou parede neutra com um detalhe de livro/OAB ao fundo (autoridade discreta).
  • Ritmo: corte seco na virada de cada bloco (4 cortes). Na primeira frase, expressão de quem confessa algo, meio sorriso de "pois é". No bloco do direito, postura firme, mão que gesticula.
  • Movimento: aproxime-se levemente da câmera no trecho em que você tira a culpa da vítima e recue no convite (respiro).
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "EU QUASE CAÍ" · Situação → "golpe bem montado, não descuido seu" · Direito → "Súmula 479 STJ · dever de segurança do banco" · Convite → "me chama no direct".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Semana passada eu quase caí num golpe. E olha que eu lido com isso todo dia.

Ligaram, disseram que eram do banco, jogaram aquela urgência em cima: "faz um PIX pra proteger sua conta". Quem cai nisso não tem nada de burro. Esses golpes são montados pra te pegar num momento de emoção.

O que muita gente não sabe é que, quando a fraude passa pelo sistema do banco, existe um dever de segurança do lado de lá. O STJ tem até uma súmula sobre isso, a 479.

Se aconteceu com você ou com alguém da sua família, não engole calado por vergonha.
Me chama no direct e a gente entende o seu caso.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "Se ligaram dizendo que são do seu banco e pediram um PIX 'de proteção'... para. É golpe."
  2. "Idoso que cai em golpe não é bobo. O golpe é que é bem feito demais."
  3. "Você tem vergonha de contar que caiu num golpe? Essa vergonha é exatamente o que o golpista quer."

O que pode e o que não pode · OAB 205Pode informar o dever de segurança do banco e a Súmula 479 e orientar a procurar advogado. Não pode prometer restituição garantida nem prometer dano moral por ser idoso (tese esfriou no STJ): foco no dever de segurança e na restituição, sem valores.

2

"Isso que você acha normal"

TemaCobrança indevida / fatura paga em duplicidade
Base jurídicaCDC art. 42, parágrafo único (devolução em dobro do que foi cobrado indevidamente) + assédio de cobrança como prática abusiva
Primeira frase · 0–3s

"Você acha normal receber ligação de cobrança todo santo dia? Pois saiba que não é normal. E ainda por cima é ilegal."

O que você fala

0:00–0:05Abertura

Você acha normal receber ligação de cobrança todo santo dia, várias vezes? Pois isso que a gente acha que é normal não é normal.

0:05–0:20O caso (exemplo real)

Passou pela minha mesa um caso desses: a empresa cobrou a mesma fatura três vezes por causa de um erro interno, daqueles que não deram baixa. E ainda vinha o assédio: ligação atrás de ligação, todo dia. Isso é corriqueiro, acontece demais, e o consumidor acaba pagando de novo só pra se livrar do amolação.

0:20–0:34O direito traduzido

Só que existe um limite. Cobrança abusiva por telefone o banco ou a empresa não pode fazer. E se você pagou uma coisa em duplicidade, o Código de Defesa do Consumidor prevê a devolução em dobro daquilo que foi cobrado errado.

0:34–0:44Convite pra te chamar

Então antes de pagar de novo achando que é obrigação sua, para um segundo. Me chama no direct e a gente vê se isso aí tem cara de cobrança indevida.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio, câmera na altura dos olhos. Cenário: mesa de trabalho, celular na mão como elemento (mostre o celular no bloco do assédio de cobrança).
  • Ritmo: mais indignado que o roteiro 1, sem gritar. Na primeira frase, balance a cabeça em "não". Corte quando pegar o celular pra ilustrar as ligações.
  • Movimento: gesto de contar nos dedos ("três vezes"). No convite, abaixe o tom, fique mais próxima.
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "isso NÃO é normal" · Caso → "mesma fatura cobrada 3x" · Direito → "CDC art. 42 · devolução em DOBRO" · Convite → "me chama no direct".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Ligação de cobrança todo dia, várias vezes, às vezes cobrando uma coisa que você já pagou. A gente se acostuma e acha que é assim mesmo.

Não é.

Já vi caso de empresa que cobrou a mesma fatura três vezes por erro interno, e ainda enchia o cliente de ligação. Isso tem nome: cobrança abusiva. E quando você paga em duplicidade, o Código de Defesa do Consumidor fala em devolução em dobro do que foi cobrado errado.

Antes de pagar de novo só pra parar o telefone de tocar, me chama no direct.
A gente entende o seu caso juntos.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "Pagou a conta e continuam te cobrando? Isso tem nome, e o nome é cobrança ilegal."
  2. "Cobrança que liga todo dia tem um limite na lei que quase ninguém conhece."
  3. "Já pagou uma fatura duas vezes por erro da empresa? Você pode reaver esse dinheiro."

O que pode e o que não pode · OAB 205Pode explicar a devolução em dobro (CDC 42) e que cobrança abusiva tem limite legal. Não pode usar o caso como vitrine de vitória nem citar valor de condenação: o caso entra só como ilustração de que o direito existe.

3

"Desconto que você nunca autorizou"

TemaConsignado descontado sem autorização
Base jurídicaDeclaração de inexistência do débito + cessação dos descontos + devolução em dobro (CDC art. 42)
Primeira frase · 0–3s

"Tem gente muito safada descontando empréstimo do benefício de idoso que nunca foi autorizado."

O que você fala

0:00–0:05Abertura

Tem gente muito safada descontando empréstimo consignado do benefício de idoso que nunca autorizou nada.

0:05–0:19A situação

E olha como é corriqueiro: às vezes é uma renovação de consignado que a pessoa nunca pediu, nunca assinou. O idoso só percebe meses depois, quando vai olhar o extrato e vê aquele desconto todo mês comendo o benefício. Isso não tem nada a ver com desatenção da vítima: é golpe montado em cima de quem confia.

0:19–0:33O direito traduzido

Aí muita gente pensa que não dá pra fazer nada. Dá. Dá pra pedir na Justiça a declaração de que aquela dívida não existe, mandar parar o desconto e ainda pedir a devolução em dobro do que foi tirado sem autorização.

0:33–0:43Convite pra te chamar

Se você é filho, é neto, é cuidador e viu um desconto estranho no benefício do seu idoso... me chama no direct que a gente olha o extrato junto.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio, olhar firme. Cenário: escritório. Pode inserir uma imagem de apoio de extrato/holerite genérico (sem dados reais) na tela durante o bloco da cena.
  • Ritmo: primeira frase com peso na palavra "safada" (revolta contida). Corte pro imagem de apoio do extrato. Volta pra você no bloco do direito, postura de solução.
  • Movimento: aponte pra baixo ("o desconto todo mês"), gesto de "para" com a mão no bloco do direito.
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "consignado que você NUNCA autorizou" · Situação → "só percebeu meses depois?" · Direito → "parar o desconto + devolução em dobro" · Convite → "me chama no direct".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Renovação de consignado que ninguém autorizou. Desconto no benefício que aparece do nada e some com uma parte do dinheiro todo mês.

Isso é mais comum do que parece, e costuma pegar justamente o idoso, que só vai perceber quando olha o extrato com calma.

A vítima não fez nada de errado. Quem fez foi gente safada, aproveitando de quem confia.

E dá pra reagir: a Justiça pode declarar que aquela dívida não existe, mandar parar os descontos e determinar a devolução em dobro do que foi tirado sem autorização.

Viu um desconto estranho no benefício do seu pai, da sua mãe, de um idoso que você cuida? Me chama no direct.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "Olha o extrato do benefício do seu pai hoje. Tem algum desconto que ninguém explicou?"
  2. "Consignado que você nunca assinou pode ser cancelado e o dinheiro devolvido em dobro."
  3. "Idoso é o alvo preferido de quem desconta empréstimo sem autorização. E a lei protege."

O que pode e o que não pode · OAB 205Pode informar as medidas cabíveis (declaração de inexistência, cessação, devolução em dobro) e orientar. Não pode garantir a devolução nem afirmar que todo desconto é ilegal: é a análise do caso que dirá; sem valores.

4

"Do nada bloquearam"

TemaBloqueio de conta sem aviso
Base jurídicaBloqueio administrativo sem comunicação pode gerar dano moral pela falha do serviço bancário (linha da Súmula 479)
Primeira frase · 0–3s

"Do nada o banco bloqueou sua conta e ninguém te explicou o porquê?"

O que você fala

0:00–0:05Abertura

Do nada o banco bloqueou a sua conta e ninguém te explicou o porquê? Isso é mais corriqueiro do que deveria.

0:05–0:18A situação

Essa semana mesmo um conhecido meu passou por isso, a conta dele e a de parentes, bloqueadas sem aviso nenhum. Você fica sem acesso ao seu próprio dinheiro, sem conseguir pagar as contas, e ninguém do outro lado te dá uma resposta clara. A sensação é de que você fez algo errado. Muitas vezes você não fez nada.

0:18–0:32O direito traduzido

Existe uma diferença importante: tem o bloqueio judicial, que vem de uma ordem da Justiça, e tem o bloqueio administrativo, que é o banco agindo por conta. Quando o banco bloqueia por conta e sem te avisar direito, isso pode configurar um dano moral, pela falha do serviço.

0:32–0:42Convite pra te chamar

Se a sua conta foi bloqueada e você tá no escuro sem explicação, me chama no direct. A gente entende de onde veio esse bloqueio e o que dá pra fazer.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio, expressão de contrariedade na primeira frase. Cenário: escritório ou fundo neutro.
  • Ritmo: primeira frase com a mão aberta de "sem explicação". No bloco do direito, separe os dois tipos de bloqueio com as duas mãos (esquerda "judicial", direita "administrativo"), gesto didático.
  • Movimento: aproximação leve no convite.
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "conta bloqueada do nada?" · Situação → "sem acesso ao SEU dinheiro" · Direito → "judicial x administrativo · pode dar dano moral" · Convite → "me chama no direct".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Você acorda, vai usar a conta e ela tá bloqueada. Do nada. Sem aviso, sem explicação que preste.

Isso acontece mais do que deveria. Semana dessas um conhecido meu passou por isso, junto com parentes: contas bloqueadas sem comunicação nenhuma, sem conseguir pagar as próprias contas.

Tem uma diferença que importa aqui. O bloqueio judicial vem de uma ordem da Justiça. Já o bloqueio administrativo é o banco agindo por conta própria, e quando ele faz isso sem te avisar direito, pode configurar dano moral pela falha do serviço.

Tá com a conta bloqueada e ninguém te explica o motivo? Me chama no direct.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "Conta bloqueada sem aviso é falha do banco, não culpa sua."
  2. "Existe bloqueio que vem da Justiça e existe bloqueio que o banco faz por conta. Não é a mesma coisa."
  3. "Ficar sem acesso ao próprio dinheiro sem explicação tem um nome na lei."

O que pode e o que não pode · OAB 205Pode explicar a diferença judicial x administrativo e que o bloqueio administrativo sem aviso pode gerar dano moral. Não pode prometer indenização nem afirmar que todo bloqueio é ilegal: o cabimento depende da origem do bloqueio.

5

"O que cabe e o que não cabe"

TemaNome no Serasa indevidamente
Base jurídicaSúmula 385 do STJ (se já existe outra negativação legítima anterior, a inscrição indevida não gera dano moral: cabe só o cancelamento)
Primeira frase · 0–3s

"Antes de processar por nome sujo indevido, eu checo uma coisa que muita gente ignora."

O que você fala

0:00–0:05Abertura

Antes de entrar com processo por nome negativado indevidamente, eu checo uma coisa que muito advogado nem olha.

0:05–0:19A situação

Chega muita gente revoltada, com razão: "colocaram meu nome no Serasa e eu não devo isso". Aí a primeira coisa que eu faço não é sair comemorando processo. Eu vou olhar se você já não tinha outra negativação legítima ali de antes.

0:19–0:33O direito traduzido

Porque existe uma súmula do STJ, a 385, que diz o seguinte: se você já tinha uma dívida verdadeira registrada antes, uma nova negativação indevida não gera dano moral. Dá pra cancelar aquele registro errado, mas o dano moral aí não cabe. Prefiro te falar isso na cara do que criar uma expectativa que não vai se sustentar.

0:33–0:44Convite pra te chamar

Advogada honesta é a que te diz o que cabe e o que não cabe. Se colocaram seu nome no Serasa e você quer entender de verdade a sua situação, me chama no direct.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio um pouco mais fechado (mais intimista: é o vídeo da confiança). Olhar direto na lente.
  • Ritmo: mais calmo e sério que os outros, poucos cortes (2 a 3), transmite ponderação. No bloco do direito, pare de gesticular e fale pausado.
  • Movimento: mão no peito no fecho "advogada honesta".
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "eu checo ANTES de processar" · Situação → "nome sujo indevido? calma" · Direito → "Súmula 385 STJ · nem todo caso dá dano moral" · Convite → "o que cabe e o que não cabe".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Vou te contar uma coisa que talvez você não espere de uma advogada.

Quando chega alguém com o nome negativado indevidamente, revoltado e com razão, a primeira coisa que eu faço não é vender um processo. Eu checo se você já não tinha outra negativação legítima registrada antes.

Porque existe a Súmula 385 do STJ: se já havia uma dívida verdadeira anotada antes, a inscrição indevida não gera dano moral. Dá pra cancelar o registro errado, mas o dano moral, nesse caso, não cabe.

Prefiro te falar isso de cara a criar uma expectativa que não vai se sustentar. Advogada honesta te diz o que cabe e o que não cabe.

Colocaram seu nome no Serasa e você quer entender a sua situação de verdade? Me chama no direct.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "Nem todo nome sujo indevido dá direito a indenização. E eu te explico o porquê."
  2. "Prefiro perder um processo do que te prometer o que a lei não entrega."
  3. "Tem uma súmula que muita gente que promete indenização finge que não existe."

O que pode e o que não pode · OAB 205Este roteiro é o mais protegido do lote: o próprio conteúdo é "não prometer resultado". Pode explicar a Súmula 385 e a postura de checar antes. Não pode, mesmo aqui, prometer cancelamento garantido: segue como orientação.

6

"Perdeu a garantia? Nem sempre"

TemaVício oculto / produto com defeito depois da garantia
Base jurídicaCDC art. 26, §3º (no vício oculto, o prazo começa a contar de quando o defeito aparece, não da compra)
Primeira frase · 0–3s

"Comprei um tênis, usei pouco, a costura rasgou. Sabe o que me disseram? 'Perdeu a garantia.'"

O que você fala

0:00–0:06Abertura

Comprei um tênis, usei ele pouca coisa, e logo depois dos trinta dias a costura simplesmente rasgou. Sabe o que me disseram na loja? "Ah, perdeu a garantia."

0:06–0:20A situação

E a gente ouve isso e vai embora achando que a culpa é nossa, que a gente usou errado. Mentira. Costura de tênis que arrebenta com pouco uso não tem nada de desgaste normal: é defeito de fabricação. Isso tem nome: vício oculto.

0:20–0:34O direito traduzido

E aqui tá o pulo do gato que quase ninguém sabe: no vício oculto, o prazo pra reclamar não começa na data da compra. Começa no dia em que o defeito aparece. Tá no Código de Defesa do Consumidor. Então "passou dos trinta dias" nem sempre quer dizer que acabou.

0:34–0:44Convite pra te chamar

Comprou algo que deu defeito escondido e te disseram que já era? Me chama no direct antes de aceitar o prejuízo. Às vezes dá pra trocar ou reaver o dinheiro.

Como gravar

  • Enquadramento: plano médio, tom mais leve e cotidiano (é o vídeo de alcance). Você pode literalmente segurar um tênis na mão como prop.
  • Ritmo: primeira frase contando o causo com humor leve (revire os olhos no "perdeu a garantia"). Corte pro tênis na mão. Volta pra você no direito.
  • Movimento: mostre a costura do tênis, gesto de "peraí" no bloco do direito.
  • Texto na tela por bloco: Abertura → "'perdeu a garantia'" · Situação → "isso é VÍCIO OCULTO" · Direito → "CDC art. 26 · prazo conta de quando o defeito aparece" · Convite → "me chama no direct".

Texto do post

LegendaCole isso no post

Comprei um tênis, usei pouco, e a costura rasgou logo depois dos 30 dias. Na loja me disseram o clássico: "perdeu a garantia".

Quase todo mundo ouve isso, abaixa a cabeça e vai embora achando que usou errado. Não é bem assim.

Costura que arrebenta com pouco uso não tem nada de desgaste: é defeito de fabricação. No Direito do Consumidor isso se chama vício oculto. E tem um detalhe que muda tudo: nesse caso, o prazo pra reclamar começa a contar do dia em que o defeito aparece, não da data da compra. Tá no CDC, artigo 26.

Ou seja, "passou dos 30 dias" nem sempre significa que acabou.

Comprou algo que deu defeito escondido e te empurraram esse "já era"? Me chama no direct.

3 formas de começar (a gente testa qual funciona melhor)

  1. "'Perdeu a garantia' é a frase que mais faz o consumidor desistir do que é dele por direito."
  2. "Defeito que aparece depois dos 30 dias nem sempre é problema seu. Muitas vezes é vício oculto."
  3. "Todo mundo já ouviu 'não tem mais garantia' e foi embora. Segura essa informação."

O que pode e o que não pode · OAB 205Pode explicar o vício oculto e o art. 26 do CDC e orientar. Não pode afirmar que todo defeito pós-garantia é vício oculto nem garantir troca/devolução: depende de o defeito ser de fabricação; segue como orientação.

O que acontece depois que você gravar

A parte técnica de subir os anúncios fica comigo. Isto aqui é só pra você entender o plano.

Primeiro momento (as pessoas te conhecerem)
Os vídeos rodam pra que gente de Recife e região comece a te ver e te reconhecer. É a fase de construir a sua autoridade, com investimento baixo.
Segundo momento (gerar conversa)
Os mesmos vídeos passam a levar a pessoa direto pro seu WhatsApp ou direct pra falar com você. Os temas de dor mais forte (golpe do PIX, consignado, conta bloqueada) costumam trazer mais gente pra te chamar; os outros dois (Serasa e o do tênis) alcançam mais gente e reforçam a sua imagem.
Formato dos vídeos
Em pé (Reels e Stories), com a legenda escrita na própria tela, porque muita gente assiste sem som.
Como a gente testa
Pra cada tema eu uso as 3 aberturas diferentes e deixo rodar um tempo, pra ver qual chama mais atenção.
Mais pra frente
Quando essa primeira leva estiver rodando bem, a gente pode incluir os temas "plano de saúde que negou um procedimento" e "busca e apreensão de carro", que deixei de fora de propósito só pra não começar com coisa demais de uma vez.
Me devolve assim

Vai roteiro por roteiro e me diz "aprovado" ou "ajustar" (com o que mudar).

O que você aprovar já entra na fila de gravação.